Uma possível exclusão digital
Tuesday, October 28th, 2008Ultimamente a mídia televisiva tem aproveitado o fomento da web para bombardear seus telespectadores de informações sobres blogs, redes sócias e ferramentas de compartilhamento de conteúdo.
Particularmente, adoro ver jornalistas, que se quer sabem do que realmente se trata determinadas ferramentas, com aquele famoso ar de imparcialidade explicando o funcionamento destas para pessoas que nunca vão entender isso e, de certa forma não vai influir na vida delas. É certo que há uma porcentagem de aproveitamento nestas informações, mas forçar uma inclusão digital(no ponto de vista negativo dela, claro) as vezes não é uma boa pedida. Gera conteúdo inútil e de baixo nível.
Na realidade alguns fenômenos como o Twitter é, até para nós que convivemos com ele diariamente, difícil de chegar a um consenso sobre um conceito coeso e coerente.
De repente eu não goste desse tipo de abordagem e sua repercussão pelo fato da banalização de algumas redes sociais, por exemplo, o Orkut. Vide este artigo do Cardoso. Na verdade cansei de me revoltar por conta dessa crescente inclusão digital (no ponto de vista negativo dela, claro)². Tento fazer minha parte da coisa e, ultimamente tenho omitido um pouco minha opnião sobre o assunto.
Mas, sou até muito confiante quando se fala em mudanças. Acho que a web nesta sua última revolução (que ainda está acontecendo) está gerando um conteúdo legal e proveitoso (eis aqui o ponto de vista positivo desta tal inclusão digital). O grande problema é, que tudo gera lixo, e, quando estes dejetos tomam proporções “Orkutescas” se torna alarmante.
Pessoas normais e comuns não podem participar dessa revolução (2.0) da web? Podem, naturalmente. Porém uso algumas palavras do Cardoso para concluir essa resposta: Eu sei que a ínfima fé na Humanidade que ainda tinha foi embora quando descobri blogs como o PGA, eu sei que a nossa vida seria melhor se não tivéssemos que ver coisas como isso aqui. (não clique!)
Não é preconceito, apenas queremos uma web agradável aos nossos olhos. Sábia a frase “Deslique a TV e vá ler um blog”, Caixa Pretta. Pois, ao meu ver, a TV ainda é o maior meio de alienação do povo brasileiro. Custa quanto ler um livro? Um jornal? Estudar?
Saibam que não sou o dono da verdade. Então deixem suas opniões e críticas nos comentários.



Enquanto isso, Sílvio Santos, em um golpe de mestre revive lembranças de boa parte da população do país com a reapresentação de “Pantanal” de Benedito Ruy Barbosa, novela épica dos anos 90 produzida e exibida pela extinta Rede Manchete . Faturando alguns pontinhos de audiência.








