Archive for the ‘Atualidades’ Category

Manual da Felicidade (parte 1)

Monday, November 17th, 2008

Eu não me considero um palhaço, mas gosto de uma boa brincadeira (nem sempre tão saudável) e fazer as pessoas que me rodeiam felizes.

Segundo o nosso caro amigo Aurélio, felicidade é:

s. f.,
ventura;
bem-estar;
contentamento;
bom resultado, bom êxito;
dita;
qualidade ou estado de quem é feliz.

Então, saiba que fazer uma pessoa sentir uma sensação de bem-estar seguido ou não de uma boa gargalhada não é nenhum bicho de sete cabeças. É só acompanhar o raciocínio deste autor que vos escreve. Let’s Rock.

Para fazer um pai feliz, não conte tudo a ele. Mães, sorria para elas. Para conseguir que seus avós tenham um ótimo fim de semana, deixe que eles te ajudem a fazer algo.

Aquela moça(rapaz) que sempre olha pra você, seja no intevalo da faculdade ou naquele bar que sempre frequentam, passa pertinho dela(dele) e peça o telefone e marque um café (nada de motel no primeiro encontro, romantismo ainda é uma boa pedida, quer transar(?) vai pra casa, faz um climinha e coisa e tal). Faça um amigo feliz, demonstrando que gosta dele (vale tudo, abraços, beijos, cartas, telefonemas, email). Professores ficam felizes com pouquíssimas coisas, converse com eles (pode até marcar uma cervejinha depois da aula), por incrível que pareçam, eles são pessoas como a gente.

Namorada(o), vou escrever um artigo somente dedicado a este ponto, mas adianto logo, flores, jóias e presentes ainda adiantam, mas, não a nada mais recompensante do que receber um sorrido por causa de um olhar. Seja sincero, este é o ponto.

E, não esqueça de ser feliz. Procure pessoas boas para o seu circulo de amizades. Por enquanto é só, em um outro post eu darei mais dicas.

Sorriam, faz bem pra saúde.

Publicidade & Propaganda

Wednesday, November 5th, 2008

Publicidade & Propaganda, termos muito conhecidos atualmente, diria até, midiático. Mas o que é um e, o que é o outro? Embora sejam usados como sinônimos e, que para muitos não há como desmembrá-los, tentarei explicá-los por um novo ponto de vista.

Vamos lá, tentar entender tudo isso.

Tendo em vista a etimologia das palavras Publicidade & Propaganda temos:

Publicidade deriva de público (do latim publicus) e designa a qualidade do que é público. Significa o ato de vulgarizar, tornar público um fato, uma idéia.

Propaganda é definida como a propagação de princípios e teorias. Foi introduzida pelo Papa Clemente VII, em 1597, quando fundou a Congregação de Propaganda, com o fito de propagar a fé católica pelo mundo. Deriva do latim propagare, que significa reproduzir por meio de mergulhia, ou seja, enterrar o rebento de uma planta no solo. Propagare, por sua vez, deriva de pangere, que quer dizer: enterrar, mergulhar, plantar. Seria então a propagação de doutrinas religiosas ou princípios políticos de algum partido.

Vemos, pois, que a palavra publicidade significa genericamente divulgar, tornar público, e propaganda compreende a idéia de implantar, de incutir uma idéia, uma crença na mente alheia.

Porém não vivemos só de teorias. Partindo desse presuposto eu cheguei a alguns conceitos, claro que, muito particulares. Vejamos:

Entenda Publicidade como toda a interação e comunicação entre o anunciante e o consumidor final, passando pela ponte da agência de publicidade (ou não), nos seus por menores vemos os links funcionando indo e vindo trazendo feedbacks e levando informações, as idéias fluindo, tomando força, sendo trabalhada, moldadas de um jeito que faça sentido e jus as pretenções do anunciante perante seu público alvo. Seja isso dentro ou fora de uma mera agência de publicidade. Nós, publicitários, somos antes de mais nada comunidadores e temos a (árdua) função de fazer essa interação e comunicação bem feita, simples e eficaz.

Propaganda, por outro lado, concordo que é o ato de tornar a publicidade uma crença na mente alheia, ou seja, fazer você comprar algo mesmo sem ter necessidade aparente; eu digo que, é a parte explicita da publicidade.

Só é uma pena que, hoje em dia, não conseguimos mais dissociar Publicidade & Propaganda de contas gordas e rechonchudas, quando, na realidade, ela é uma das maiores forças da atualidade. Impulsiona o desenvolvimento industrial, o crescimento do comércio e todas as outras atividades que se ligam direta ou indiretamente ao consumo seja de produtos, serviços ou idéias. Também tem grande importância na sugestão e orientação política e religiosa da humanidade. Cria estados de oposição, revoluciona os métodos, difunde aquilo que é mais conveniente, novo ou econômico para a comunidade ajudando na resolução de suas apetências e necessidades.

Como disse, estes são conceitos meus sobre o assunto e, bem particulares. Caso discorde ou concorde comigo deixe seu cometário falando um pouco da sua opnião.

Discutindo Relação. Ops! Religião

Wednesday, October 29th, 2008

Digo para quem quiser ouvir que, odeio discutir sobre religião, política, futebol e sobre a mãe dos outros. Mas vou discorrer um pouco sobre o assunto.

Religião para mim sempre foi um método, quase que infalível, de dominação em massa e geração de lucros. A fé, pelo que eu sei, surgiu nos primórdios, talvez, junto com as crenças e mitos. Até porque isso sempre foi uma potente arma de alienação, reforçando. Faraós e Imperadores Romanos, por exemplo, eram representantes de deuses na terra; quem disse isso para esse povo? Os detentores da sabedoria, outros que, sempre vão mandar no mundo.

re.li.gião
sf (lat religione)1 Serviço ou culto a Deus, ou a uma divindade qualquer, expresso por meio de ritos, preces e observância do que se considera mandamento divino.2 Sentimento consciente de dependência ou submissão que liga a criatura humana ao Criador.3 Culto externo ou interno prestado à divindade.4 Crença ou doutrina religiosa; sistema dogmático e moral.5 Veneração às coisas sagradas; crença, devoção, fé, piedade.6 Prática dos preceitos divinos ou revelados.7 Temor de Deus.8 Tudo que é considerado obrigação moral ou dever sagrado e indeclinável.9 Ordem ou congregação religiosa.10 Ordem de cavalaria.11 Caráter sagrado ou virtude especial que se atribui a alguém ou a alguma coisa e pelo qual se lhe presta reverência.12 Conjunto de ritos e cerimônias, sacrificais ou não, ordenados para a manifestação do culto à divindade; cerimonial litúrgico.13Filos Reconhecimento prático de nossa dependência de Deus.14Filos Instituição social com crenças e ritos.15Filos Respeito a uma regra.16Sociol Instituição social criada em torno da idéia de um ou vários seres sobrenaturais e de sua relação com os homens.17 Mística ou ascese.R. do caboclo, Reg (Rio de Janeiro): prática feiticista negra a que se misturam entidades da mística ameríndia.R. do Estado: a professada oficialmente por um Estado sem que, com isso, seja proibida ou impedida a prática das outras.R. natural: a que se baseia somente nas inspirações do coração e da razão, sem dogmas revelados; a religião dos povos primitivos.R. naturalista: veneração ou adoração religiosa da natureza nos animais, nos astros etc.; panteísmo.R. reformada: o mesmo queigreja reformada. R. revelada: a que, como o cristianismo, se baseia numa revelação divina conservada pelas Escrituras Sagradas e pela tradição. Ciência das religiões: estudo das religiões como fenômeno humano universal; pode-se considerar seu aspecto histórico (história das religiões), psíquico (psicologia da religião) e social (sociologia da religião).Filosofia da religião: tratado das questões relativas à sua essência e verdade.

O que não entra na minha cabeça é, que todos os dias surgem novas igrejas, crenças, santos e deuses novos. Igreja Universal do Último Lamento Sagrado de Deus Misericordioso Salvador, Igreja Anglo-Saxã da Nova Era, Igreja Presbiteriana do Último Pecado, e, assim por diante. É de fato um mercado muito lucrativo e expansivo. Hoje, em brincadeira com Pedro Jansen, falei que seria interessante fundar uma religião para a SANTA THIRTEEN, prometo que explico no decorrer deste post.

Nosso famigerado amigo JC deve estar se revirando no túmulo.

Pois bem, a instituição Igreja, que vem de muitos séculos atrás, também, foi criada com um único propósito, alienar. E, carrega até hoje, a meu ver, esta intenção. Como não sou tão cético quanto pareço,  digo, acredito sim que devemos ter fé, por mais que seja em uma caixa de fósforo. Porque até o mais ateu dos ateus precisa em algum momento se apoiar em alguma coisa. Fica a dica.

Como disse no início, não gosto de discutir religião. Pois isso não me aprofundei nas críticas e nem nas explicações, então fico por aqui.

Para finalizar a explicação que prometi.

Os apóstolos Gravataí Merengue e Pedro Jansen, estão pregando, aqui e aqui, com veemência os feitos de SANTA THIRTEEN. Achei interessante a crítica.

Este é o primeiro passo do início de um novo mundo. Na verdade, é A ANUNCIAÇÃO de uma NOVA ERA avistada por dois APÓSTOLOS, Gravataí Merengue e Pedro Jansen.

SANTA THIRTEEN não é meramente uma santinha, pois para isso seria preciso aquela tramitação burocrática cartorial católica, e A ALTÍSSIMA DIVINDADE não precisa disso - e não temos tempo nem precisamos desse tipo de chatice.

SANTA THIRTEEN não é meramente uma “deusa”, pois isso atrairia piadinhas remetendo à música da Rosana, o que nos levaria - homens de paz - a distribuir voadoras de forma indiscriminada e desagradaria nossa DIVINDADE.

Ainda estamos elaborando um Livro Sagrado e uma trilha-sonora; por ora, inclusive, não há previsão de qualquer tipo de DVD ou coisa que o valha, de modo que qualquer boato nessa esfera não passa de profanação da imagem de nossa adorada e cheia (ah! repleta) de graça, SANTA THIRTEEN.

* Porém o que eu mais queria saber é, quem escreveu esse significado para religião.

Uma possível exclusão digital

Tuesday, October 28th, 2008

Ultimamente a mídia televisiva tem aproveitado o fomento da web para bombardear seus telespectadores de informações sobres blogs, redes sócias e ferramentas de compartilhamento de conteúdo.

Particularmente, adoro ver jornalistas, que se quer sabem do que realmente se trata determinadas ferramentas, com aquele famoso ar de imparcialidade explicando o funcionamento destas para pessoas que nunca vão entender isso e, de certa forma não vai influir na vida delas. É certo que há uma porcentagem de aproveitamento nestas informações, mas forçar uma inclusão digital(no ponto de vista negativo dela, claro) as vezes não é uma boa pedida. Gera conteúdo inútil e de baixo nível.

Na realidade alguns fenômenos como o Twitter é, até para nós que convivemos com ele diariamente, difícil de chegar a um consenso sobre um conceito coeso e coerente.

De repente eu não goste desse tipo de abordagem e sua repercussão pelo fato da banalização de algumas redes sociais, por exemplo, o Orkut. Vide este artigo do Cardoso. Na verdade cansei de me revoltar por conta dessa crescente inclusão digital (no ponto de vista negativo dela, claro)². Tento fazer minha parte da coisa e, ultimamente tenho omitido um pouco minha opnião sobre o assunto.

Mas, sou até muito confiante quando se fala em mudanças. Acho que a web nesta sua última revolução (que ainda está acontecendo) está gerando um conteúdo legal e proveitoso (eis aqui o ponto de vista positivo desta tal inclusão digital). O grande problema é, que tudo gera lixo, e, quando estes dejetos tomam proporções “Orkutescas” se torna alarmante.

Pessoas normais e comuns não podem participar dessa revolução (2.0) da web? Podem, naturalmente. Porém uso algumas palavras do Cardoso para concluir essa resposta: Eu sei que a ínfima fé na Humanidade que ainda tinha foi embora quando descobri blogs como o PGA, eu sei que a nossa vida seria melhor se não tivéssemos que ver coisas como isso aqui. (não clique!)

Não é preconceito, apenas queremos uma web agradável aos nossos olhos. Sábia a frase “Deslique a TV e vá ler um blog”, Caixa Pretta. Pois, ao meu ver, a TV ainda é o maior meio de alienação do povo brasileiro. Custa quanto ler um livro? Um jornal? Estudar?

Saibam que não sou o dono da verdade. Então deixem suas opniões e críticas nos comentários.

The CELL

Wednesday, October 8th, 2008

Você conseguiria fugir de uma cela repugnante? Está é a chamada da nova série, online, da Fox, THECELL.

Está é a história de Spence, um homem trancado em um lugar repugnante, sem saber como chegou lá, onde está nem quem o mantém prisioneiro. Spence encontra um celular pelo qual recebe ligações de um voz misteriosa. Quem é essa pessoa? Onde ele está preso? Spence encontrará uma saída? Ele está sozinho?

Descubra quem é Spence e porque ele está preso. Serão 20 episódios, 1 por dia. Começou nesta terça (7), já estão online os episódios 1 e 2.

Completando, existe também o jogo THECELL, baseado, claro, na série. Ou seja, ajude Spence a recuperar sua liberdade seguindo a voz misteriosa. O jogo é bem interessante também, com gráfico bons, interatividade e um leque de puzzles para resolver.


Clique na imagem para assistir

 

Via: Newsletter da Fox.