6 dicas para fugir dos clichês

6 valiosas dicas para que você, designer, possa se manter longe de alguns clichês da publicidade e do designer mundial.

1/ Helvetica

É uma tradicional fonte sem serifa e é com certeza umas das fontes mais utilizadas no mundo até hoje.
Salve alguns estúdios como The Designers Republic e Build que conseguiram variações criativas. Mas imitá-los não tirará seu trabalho da mesmice.
Procure novas fontes e expanda seus horizontes e possibilidades de comunicação.

2/ Efeito Flare

Flare é um efeito óptico causado pela reflexão e dispersão de luz na lente de uma câmera fotográfica, comum no contra-luz. Muitas vezes indesejado pelo fotógrados, mas graças ao Photoshop, virou efeito banal e piegas. Nunca use-o, somente em casos de vida ou morte (o cliente insistir que quer)

3/ Borboletas e Arco-íris

Figuras mais do que batidas, principalmente na primavera e verão. Um arco-íris requer circustâncias para não parecer piegas, e as malditas borboletas proliferam como vírus em trabalhos.
Sabia que existem outras figuras que expressem beleza natural, leveza e harmonia? Pois é, existe.

4/ Tarja Preta

Não use, a menos que haja um bom (e engraçado) motivo para isso. Porque elas remetem à censura, ao que é negativo ou deve ser escondido.

5/ Vetores Simples de Corpos

Saturou galera. Vetor de mulher dançando pra cá, vetor de um casal debaixo de uma arvoré pra lá, tudo isso usado em cartazes, flyers, filipetas, volantes, banners; não da mais, a menos claro, com uma mega-produção do mal. E ainda sim, tente evitar.

6/ Auto-Reciclagem

Esta é um dica para que você não seja um clichê de si mesmo. Tente sempre expandir seus horizontes, mantenha-se em constrante auto-reciclagem.
Mude sempre seu estilo. Compre novas roupas, acessórios, visite novos sites, viage.

Bom, fico por aqui. Depois, se pa, eu posto mais algumas.
6/

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One Response to “6 dicas para fugir dos clichês”

  1. Currículos? | bakudas.com Says:
    [...] Para ajudar um pouco mais, vou deixar um pequeno tutorial de como fazer um currículo publicitário. Veja também este meu outro post, que eu falo de como fugir de alguns clichês. [...]

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